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A adolescência é um tempo de mudanças.
A adolescência envolve transformações no corpo, na identidade, nas relações e na maneira de perceber o mundo. É um período em que o desejo de autonomia convive com dúvidas, inseguranças e a necessidade de ainda contar com adultos disponíveis.
A psicoterapia oferece um espaço em que o adolescente pode falar sobre o que vive sem precisar apresentar respostas prontas. Aos poucos, torna-se possível compreender sentimentos, conflitos e modos de se relacionar, construindo recursos próprios para lidar com suas experiências.
Em que momento o acompanhamento pode fazer sentido?
Cada criança vive e comunica suas experiências de uma maneira singular. O acompanhamento psicológico pode ser procurado em diferentes situações, como:
EMOÇÕES
Ansiedade, tristeza, irritabilidade e outras emoções que parecem difíceis de lidar

ESCOLA
Pressões, desempenho, procrastinação, bloqueios e questões relacionadas aos estudos

FAMÍLIA
Conflitos, comunicação e ajustes nas relações familiares.
AMIZADES
Relacionamentos, pressão do grupo, dificuldades de socialização e limites.

IDENTIDADE
Questões sobre si mesmo, autoimagem, mudanças e descobertas.

AUTONOMIA
Tomada de decisões, mais independência e construção do próprio caminho.

Um espaço que pertence ao adolescente.
Para que a psicoterapia seja possível, o adolescente precisa encontrar um espaço em que possa falar com liberdade e construir uma relação de confiança com a psicóloga.
O sigilo profissional protege esse espaço. Informações não são repassadas aos responsáveis como um relato de tudo o que foi dito. Quando é necessário conversar sobre algum aspecto do processo, isso é feito com cuidado, considerando a participação do adolescente e os limites éticos de proteção.
A família participa sem ocupar o lugar do adolescente
Os responsáveis têm um papel importante, especialmente no início do acompanhamento. A primeira conversa pode acontecer com eles para conhecer a história do adolescente, o contexto familiar e as situações que motivaram a busca.
Ao longo do processo, podem ocorrer novos encontros com a família quando isso for necessário. O objetivo é favorecer o cuidado e a comunicação, sem retirar do adolescente o espaço que precisa ser verdadeiramente seu.

Como funciona o acompanhamento infantil?

PRIMEIRO CONTATO
O adolescente ou seus responsáveis entram em contato pelo WhatsApp para tirar dúvidas e combinar
a primeira conversa.


ENCONTRO INICIAL
A organização desse primeiro encontro considera a idade, a situação apresentada e quem realizou o contato, podendo ser diretamente com o adolescente ou os responsáveis.

SESSÕES INDIVIDUAIS
O adolescente passa a ter um espaço próprio de escuta, com respeito ao sigilo e ao seu ritmo de
participação.

PARTICIPAÇÃO DOS RESPONSÁVEIS
Quando necessário, são realizados encontros com os responsáveis para acompanhar aspectos importantes do processo.

FREQUÊNCIA
Em um primeiro momento, as sessões costumam ser semanais. A frequência pode ser revista
posteriormente conforme a necessidade clínica e a continuidade do acompanhamento.
Sobre Letícia
Prazer, sou
Letícia Cardoso Ronconi.
Sou psicóloga clínica, CRP 12/24743, com atuação de orientação psicanalítica. Meu trabalho considera a história, as relações e o momento de desenvolvimento de cada pessoa.
No atendimento a adolescentes, busco construir um espaço de confiança em que seja possível falar sobre conflitos, escolhas, relações e mudanças, sem julgamentos e sem reduzir o adolescente ao problema que motivou a procura.


Perguntas frequentes
Um espaço para falar, compreender e construir caminhos próprios.
A psicoterapia pode oferecer ao adolescente um lugar em que suas experiências sejam levadas a sério, respeitando seu tempo, sua história e o processo de construção de autonomia.
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